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António Costa espera que Berardo pague “o que deve” à Caixa

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O primeiro-ministro considerou esta segunda-feira que Portugal está “seguramente chocado com o desplante” de Joe Berardo, quando foi ouvido na Assembleia da República, e disse esperar que o empresário pague “o que deve” à Caixa Geral de Depósitos.

No debate quinzenal que decorreu esta segunda-feira no parlamento, em resposta à líder do BE, Catarina Martins, o primeiro-ministro salientou que “a atual gestão da Caixa, nomeada por este Governo, acionou o senhor Joe Berardo para pagar à Caixa o que deve à Caixa”.

“E aquilo que tenho a desejar é que, naturalmente, a justiça funcione e que o que é devido seja obviamente pago, porque não há nenhuma razão para que a Caixa Geral de Depósitos [CGD] perdoe qualquer tipo de crédito, designadamente não perdoe créditos a quem tem a obrigação estrita de os pagar”, notou.

O empresário madeirense foi ouvido no parlamento na sexta-feira, onde disse que é “claro” que não tem dívidas, e confirmou que a garantia que os bancos têm é da Associação Coleção Berardo, e não das obras de arte.

Joe Berardo esclareceu que a garantia dada à CGD são os títulos da Associação Coleção Berardo, e não das obras de arte em si.

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Prisão preventiva para suspeita de matar marido em Alenquer

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A mulher suspeita de matar o companheiro com uma faca em Alenquer, no distrito de Lisboa, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, depois de ter sido hoje presente a tribunal, disse à agência Lusa fonte da PJ.

No domingo à noite, depois de ter sido esfaqueado – alegadamente pela companheira, de 30 anos -, o homem meteu-se no automóvel e conduziu até um café da aldeia vizinha de Vila Verde dos Francos, também no distrito de Lisboa, para pedir ajuda, explicou à agência Lusa fonte policial.

Alertadas as autoridades, a vítima, de 33 anos, foi sujeita a manobras de reanimação, mas acabou por não resistir aos ferimentos e morreu dentro da ambulância à porta do café.

As autoridades policiais deslocaram-se à residência do casal e encontraram a mulher com sangue.

A arguida admitiu às autoridades ter sido a autora da facada, justificando que era vítima de violência doméstica, e foi detida pela Polícia Judiciária.

O casal tem dois filhos, que não presenciaram o crime e que foram entregues a familiares da arguida.

A Polícia Judiciária está a investigar as causas do crime.

 

Com Lusa

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