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Professores e funcionários em greve até dia 17 de setembro

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Professores e pessoal não docente iniciam hoje uma semana de greve contra a precariedade e por melhores condições de trabalho, um protesto que coincide com o arranque do ano letivo no ensino obrigatório.

Todos os profissionais de educação, incluindo os trabalhadores do ensino superior, estão abrangidos pelos avisos de greve do Sindicato de Todos os Professores (STOP), em vigor entre hoje e termina a 17 de setembro.

Em declarações à Lusa, o coordenador do STOP, André Pestana, explicou que o sindicato decidiu fazer coincidir o período de luta com o começo das aulas no ensino obrigatório, porque este será um ano letivo marcado pela municipalização da Educação.

Segundo o STOP, a transferência de competências no que toca ao pessoal não docente vai traduzir-se na dispensa de trabalhadores, que estavam prestes a entrar para o quadro.

A precariedade de milhares de professores que ficam durante mais de uma década num regime de contrato, a avaliação com quotas que só permite a alguns ter as notas mais elevadas e a idade da reforma são outros dos motivos para o protesto apresentados pelo sindicato.

Sobre a aposentação, o STOP defende que deveria existir um regime especial “sem penalização a partir dos 60 anos de idade e o direito a uma pré-reforma digna”.

O STOP exige ainda que sejam atribuídos subsídios de transporte e de alojamento aos professores colocados longe da sua residência e que sejam aumentados os “salários de miséria” dos assistentes operacionais.

Dentro das salas de aula, quer que haja menos alunos por turma e que sejam criadas medidas para combater a indisciplina.

O ano letivo arranca esta semana para cerca de 1,2 milhões de alunos do 1.º ao 12.º anos de escolaridade, num ano em que começa também o plano para recuperar as aprendizagens perdidas durante os confinamentos forçados pela pandemia de covid-19.

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Nove mortes, 757 novas infeções e menos internados nas últimas 24 horas

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Portugal registou nas últimas 24 horas nove mortes atribuídas à covid-19, 757 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 e uma redução nos internamentos em enfermaria.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), estão hoje internadas 410 pessoas com covid-19, menos duas do que na quinta-feira, 76 das quais em unidades de cuidados intensivos, mais uma do que na véspera.

As mortes ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo (2), na região Centro (4), no Alentejo (2) e no Algarve (1).

Relativamente às idades das vítimas mortais, cinco tinham mais de 80 anos, três entre os 70 e os 79 anos e uma entre os 40 e os 4 anos.

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