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Ano letivo arranca a partir de hoje para 1,2 milhões de alunos

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As aulas ensino obrigatório começam esta semana com um plano de recuperação de aprendizagens ainda em ambiente pandémico e sob apertadas regras de controlo de contágio da covid-19.

Entre terça e sexta-feira, começa o regresso às escolas que, segundo diretores e professores, será mais complicado do que os anteriores, uma vez que se espera que muitos alunos comecem as aulas sem todos os professores atribuídos.

As escolas nas zonas de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve são as mais afetadas pelas baixas médicas e reformas – este ano já se aposentaram quase 1.600 professores – que fazem com que faltem docentes.

No entanto, quando os alunos chegarem às escolas, o ambiente será semelhante ao do ano passado: Há corredores de circulação, higienização regular das mãos e dos espaços e os alunos continuam a poder estar apenas com os colegas da sua “bolha”.

A partir do 2.º ciclo, a máscara é de uso obrigatório para todos os que atravessam os portões da escola, enquanto para os do 1.º ciclo a sua utilização é apenas recomendada, tal como já acontecia desde meados do passado ano letivo.

Tal como aconteceu há cerca de um ano, também agora professores, funcionários e alguns alunos voltam a ser testados contra a covid-19: Os testes começaram há uma semana com os trabalhadores e, em 20 de setembro, começam os alunos a partir do 3.º ciclo.

Este ano, milhares de jovens entre os 12 e os 17 anos já estão vacinados contra o coronavírus SARS-Cov-2 e há uma maior flexibilidade nos isolamentos quando surgem casos positivos de covid-19.

Nas salas de aula, outra das novidades será o arranque do Plano 21/23 Escola +, que tem como objetivo que os alunos consigam recuperar as aprendizagens perdidas durante os confinamentos forçados pela pandemia de covid-19.

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assinala o arranque do ano letivo no Agrupamento de Escolas do Cerco, no Porto. Na escola sede, o dia será de apresentação aos alunos do ensino profissional, de organização do Desporto Escolar e de testagem a pessoal docente e não docente.

 

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Vacina da gripe torna-se prioritária

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Vacina

O primeiro-ministro revelou hoje que a vacinação da gripe vai ter prioridade sobre a eventual administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 e que os centros de vacinação se vão manter.

“Há algo que nós sabemos: vão seguir em paralelo o processo de vacinação da gripe e o processo de vacinação da eventual terceira dose para a covid-19. Tem de ser dada prioridade à vacinação da gripe, porque essa é certa, e entre a toma de uma dose de vacina da gripe e a eventual terceira dose da vacina anticovid têm de mediar pelo menos 14 dias”, afirmou António Costa.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministro que decidiu as medidas a adotar para a próxima fase do plano de desconfinamento, a partir de 01 de outubro, o líder do governo lembrou que a Direção-Geral da Saúde (DGS) “já tomou uma decisão e que deve haver uma terceira dose relativamente a um conjunto de pessoas que têm comorbilidades”. Porém, não descartou o cenário da terceira dose para toda a população com mais de 65 anos.

“O planeamento está a ser feito, tendo em vista que a ser necessário, por exemplo, vacinar com uma terceira dose toda a população acima dos 65 anos, este exercício possa estar integralmente executado até o mês de dezembro, para que pudéssemos chegar aos festejos natalícios com todos os elementos do agregado familiar devidamente protegidos”, vincou, acrescentando: “Esse esforço, a existir, vai ter de ser harmonizado nesse sentido”.

Sobre este tema, António Costa destacou ainda que a Agência Europeia do Medicamento (EMA) deve tomar uma decisão durante a próxima semana e que a DGS está a trabalhar com o Infarmed nesse estudo, sem deixar de realçar que o executivo continue a articular com a ‘task force’ esse cenário.

“O que temos preparado com a ‘task force’ é: em primeiro lugar, termos vacinas suficientes para qualquer que seja a decisão que venha a ser tomada; em segundo lugar, vamos manter os centros de vacinação como eles existem neste momento para dar execução à decisão que venha a ser tomada”, disse Costa.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.938 pessoas e foram contabilizados 1.064.876 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

 

 

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