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Anestesistas do Hospital Amadora-Sintra em greve até sexta-feira

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Os médicos anestesistas do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) iniciaram hoje uma greve de cinco dias para reivindicar a permanência de quatro especialistas na equipa de urgência.

A paralisação convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e pelo Sindicato dos Médicos da Zona Sul visa ainda garantir a segurança clínica nas áreas de bloco operatório, bloco de partos, unidade de cuidados pós-anestésicos, reanimação intra-hospitalar e atividades fora do bloco operatório (como salas de TAC ou laboratório de hemodinâmica).

“Os médicos anestesistas do Hospital Amadora-Sintra há vários anos que têm chamado a atenção para a séria e grave limitação de anestesistas por excesso de trabalho sem qualquer tipo de resposta por parte do Ministério da Saúde ou mesmo do Conselho de Administração” do hospital, disse à agência Lusa o secretário-geral do SIM, Roque da Cunha.

O sindicalista defende  “um plano para que, quando ocorrem situações de excesso de procura, num hospital com cerca de 120 mil utentes sem médico, onde os anestesistas têm um bloco operatório, bloco de partos, têm imensos exames (TAC, colonoscopias e endoscopias), não se conte” com “a exaustão dos responsáveis” do serviço da anestesia.

Durante a greve, que termina às 20:00 de sexta-feira, vão ser assegurados os serviços mínimos com escalas dos serviços de urgência.

 

Atualidade

Subiu para 13 o número de pessoas infetadas no hospital de S. José

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Hospital Saúde Médico

O surto de covid-19 no hospital de S. José, em Lisboa, atingiu mais uma pessoa, sendo agora 13 aqueles que testaram positivo à doença, segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Um funcionário de limpeza do hospital teve também um teste positivo à Covid-19, juntando-se aos sete doentes, quatro enfermeiros e um assistente operacional, que já eram conhecidos.

Os sete doentes infetados, que foram transferidos para o hospital Curry Cabral, vão repetir o teste dentro de oito dias, adiantou a mesma fonte.

Na sequência deste surto, que teve início na quarta-feira, foram realizados 109 testes aos profissionais do hospital, aguardando-se o resultado de 15 resultados.

 Na quinta-feira, a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Rosa Valente de Matos, disse, em conferência de imprensa, que foram ativados todos os procedimentos no hospital e que não há motivo para alarme.

“O Hospital de São José tem tomado e continuará a tomar todas as medidas de segurança para que os doentes possam vir com segurança ao hospital, ao nosso serviço de urgência e às nossas consultas externas”, disse Rosa Valente de Matos, num discurso em que tentou “acalmar a tranquilizar as pessoas”.

Na quarta-feira de manhã, um doente internado no serviço de cirurgia começou a apresentar sinais clínicos de possível infeção de sars-cov2, acabando por testar positivo.

Na mesma conferência de imprensa, João Varandas Fernandes, da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, sublinhou que foram cumpridas todas as normas de segurança, tanto do ponto de vista médico como clínico, e que não há perigo.

“Podem vir aos nossos serviços de urgência e consultas, que continuamos atentos e a trabalhar as horas que forem necessárias”, disse.

Os últimos dados conhecidos da Direção-Geral da Saúde, morreram 1.644 doentes infetados com Covid num total 45.277 casos conhecidos.

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