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Algarve: Mulher acusada de agredir britânica condenada a seis anos e meio de prisão

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Justiça

Uma das mulheres acusadas de sequestrar e agredir uma cidadã britânica em 2015, no Algarve, foi nesta terça-feira condenada pelo Tribunal de Portimão a seis anos e meio de prisão efetiva por sequestro agravado.

Segundo o tribunal, ficou provado que Eliana Carvalho, de 24 anos, cometeu um crime de sequestro agravado, por ter sido “acompanhado de ofensas, tortura ou outro tratamento cruel, degradante ou desumano”, agindo com “violência excessiva, gratuita, total e fútil”.

Os outros dois suspeitos da coautoria dos crimes de sequestro e ofensas à integridade física qualificadas – a mãe da mulher agora condenada, de 40 anos, e um homem, de 22 anos – foram absolvidos por não ter ficado provado em tribunal o seu envolvimento no crime.

O caso remonta a 26 de maio de 2015, quando Leighanne Rumney, agora com 22 anos, foi aliciada a entrar num carro em Albufeira sob o pretexto de “falar sobre o João”, um homem que conheceu no bar e que seria o companheiro de Eliana Carvalho.

A vítima foi levada para um lugar ermo, perto da estação ferroviária de Alcantarilha, onde foi violentamente agredida.

 

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Novos aviões da TAP investigados após enjoos e vómitos a bordo

O problema poderá estar no sistema de renovação do ar. 

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Vários tripulantes e passageiros da TAP apresentaram, nos últimos meses, queixas de enjoos e vómitos a bordo dos novos aviões A330Neo.

O mais recente episódio dos vários registados aconteceu na semana passada, durante um voo para o Brasil.

De acordo com a TSF, a tripulação sentiu-se mal no final da viagem e os pilotos foram vistos a usar uma máscara na aterragem para garantirem que respiravam o ar adequado. O mesmo já teria acontecido noutros voos. Segundo a estação de rádio, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) já recebeu cerca de dez relatos de tripulantes preocupados.

Segundo a TSF, o problema pode estar relacionado com uma renovação insuficiente do ar dentro dos novos aviões – os mais recentes aparelhos ao serviço da companhia portuguesa -, que faz com que este atinja valores que podem causar indisposições no final de viagens longas.

A TAP confirmou ao JN, em resposta escrita, ter “registo de relatos de casos pontuais de tripulantes com ligeiras indisposições”, afastando que tais sejam motivados pela circulação de ar.

A Airbus já reuniu com a companhia aérea, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a Associação Portuguesa de Tripulantes de Cabine, a fim de apurar a causa do problema.

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