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Aeroporto de Lisboa vai ter nova área de chegadas

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A secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, disse à Lusa que está previsto “para finais de setembro, princípios de outubro a colocação de mais três e-gates (pórticos eletrónicos para leitura dos dados biométricos do passaporte) e dois postos manuais na nova área de chegada”.

“No aeroporto de Lisboa vai haver uma nova área de controlo de chegadas na qual serão colocados mais cinco postos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras” (SEF), disse Isabel Oneto.

No início do mês a ANA – Aeroportos de Portugal explicou que estava prevista uma “zona específica para a chegada de voos de origens seguras, cujos controlos são mais céleres.

No total, o SEF vai adquirir 49 novos pórticos eletrónicos de nova geração “com um sistema operativo mais rápido e mais funcionais para poder processar mais rapidamente a leitura dos passaportes com dados biométricos”, acrescentou a secretária de estado.

Depois do reforço do aeroporto internacional de Lisboa será a vez de serem colocados mais 16 postos no aeroporto de Faro e 10 no Funchal, seguindo-se o Porto.

Com Lusa

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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