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Adesão de 100% à greve dos motoristas de matérias perigosas, diz sindicato

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Camião

A greve convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas, iniciada às 00:00 desta segunda-feira, regista uma adesão de 100%, segundo o balanço feito à agência Lusa pelo vice-presidente da estrutura, Pedro Pardal Henriques.

Até ao momento não saiu um único camião, a não ser aquilo que estava previsto para abastecer os hospitais”.

Os profissionais iniciaram a greve nacional por tempo indeterminado para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica, tendo impugnado os serviços mínimos definidos pelo Governo.

À TVI, o sindicalista José Rego, explicou estes profissionais andam “com perigo e [têm] outras formações”, pelo que têm “de ter uma categoria de matérias perigosas”.

Também queremos dois salários mínimos, era o que tínhamos aí há 20 anos, e agora estamos praticamente com o salário mínimo nacional. Queremos também o subsídio de risco pago ao mês, em vez de ser ao dia, e mais respeito pelos motoristas, que trabalham horas a mais, há quem nem tenha descanso ao fim de semana nem nada”.

À Lusa, Pedro Pardal Henriques adiantou ainda que as empresas “têm feito uma pressão tremenda sobre estas pessoas”, inclusive através de ameaças de despedimento por pertencerem ao sindicato, criado há 14 meses através da conversão da Associação Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas.

Estão a decorrer concentrações em Aveiras, no Barreiro, em Sines e Matosinhos junto à Petrogal. Também em Quarteira, no Algarve, segundo a TVI, os motoristas estão a garantir apenas abastecimento a hospitais.

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Pastel de Nata elogiado pela Bloomberg

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A Bloomberg, agência norte-americana, elogiou a especialidade portuguesa e prevê mesmo que se possa tornar “tão omnipresente quanto o croissant” francês.

A popularização do nosso pastel por supermercados, cafés e padarias por todo o mundo mereceu, por isso, destaque da Bloomberg.

“Uma sobremesa improvável está a caminho de se tornar tão omnipresente quanto o croissant“, começa por categorizar a agência. E se há uma década o pastel de nata “estava limitado à obscuridade”, agora a especialidade parece ser encontrada em cada esquina.

A simplicidade do bolo — que deve ser comido com as mãos e não de garfo e faca, como sublinha a Bloomberg — e a antiga origem da sua receita são duas das particularidades elogiadas no artigo.

E se o custo acessível que tem em Portugal reúne elogios, logo é feita a comparação com os preços praticados nas lojas de Londres, por exemplo, onde uma nata pode custar até três libras (cerca de 3,50 euros).

Segundo a agência, foi mesmo em Inglaterra que o Lidl chegou a vender dois mil pastéis de nata por hora nos seus supermercados britânicos.

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