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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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GNR fecha espaço noturno em Gaia com mais de 100 pessoas

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A GNR encerrou na quarta-feira um estabelecimento de diversão noturna com mais de 100 pessoas em Vila Nova de Gaia, numa altura em que os ajuntamentos estão limitados a 10 pessoas face à situação de contingência.

Em comunicado, esta força policial referiu que este espaço, em Gaia, no distrito do Porto, funcionava com música ao vivo.

Já à agência Lusa, fonte da GNR revelou que o estabelecimento tinha também a pista de dança aberta, levando à aglomeração de grande parte das pessoas na mesma.

O proprietário do estabelecimento, de 61 anos, foi detido e constituído arguido, tendo o processo de desobediência baixado a inquérito.

Segundo a fonte, esta operação insere-se nas ações de fiscalização com vista ao cumprimento das normas referentes à pandemia da covid-19 que, diariamente, os militares têm levado a cabo.

 

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