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Açores: Cerca de 900 passageiros da SATA poderão ser afetados pelo “Lorenzo”

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Cerca de 900 passageiros de voos do grupo SATA deverão ser afetados na quarta-feira pela passagem do furacão “Lorenzo” pelos Açores, segundo uma estimativa do gabinete de emergência da operadora aérea divulgada à agência Lusa.

O grupo SATA reuniu hoje o seu gabinete de emergência para tomar medidas que visam minimizar os eventuais impactos que a passagem do furacão “Lorenzo” pelos Açores venha a provocar nos voos programados.

Segundo o porta-voz do grupo SATA, António Portugal, em função do provável percurso do furacão – que “deverá afetar maioritariamente” as ilhas do grupo Central (Faial, Pico, São Jorge, Graciosa e Terceira) e Ocidental (Flores e Corvo) -, foram tomadas medidas de precaução em termos de instalações aeroportuárias e da frota da Azores Airlines e da SATA Air Açores.

De acordo com António Portugal, o gabinete de emergência da SATA, presidido pela vogal do conselho de administração Ana Azevedo, referiu que, além de estarem já “quantificados os voos e passageiros que poderão ser afetados por essas irregularidades operacionais”, já está “providenciada a respetiva proteção ou reencaminhamento ainda no dia e nos dias subsequentes”.

Estima-se que, no caso da Azores Airlines, que assegura as ligações do arquipélago com o exterior, sejam afetados 500 passageiros nos voos com as ilhas do Pico e Faial, nos dois sentidos.

No caso da SATA Air Açores, que garante as ligações interilhas, Flores, Corvo, Faial, Pico, Graciosa e São Jorge deverão ser atingidas, estimando-se que 400 passageiros sejam afetados.

O grupo SATA prevê a possibilidade de se realizarem “alterações no plano operacional que visam colocar rapidamente nos seus destinos os passageiros dos voos que eventualmente possam ser afetados pelo furacão”.

O furacão “Lorenzo”, que hoje passou à categoria 2 na escala de Saffir-Simpson, encontrava-se de manhã a aproximadamente 1.800 quilómetros a sudoeste dos Açores, mas está prevista uma “diminuição da intensidade nos próximos dias”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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