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Acidente: Paulo Sande já teve alta. Santana Lopes continua hospitalizado

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O cabeça de lista da Aliança às eleições europeias, Paulo Sande, já teve alta dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde deu entrada ontem à tarde na sequência de um acidente acidente de viação, na autoestrada 1 (A1), quando seguia em direção a Cascais.

Quanto ao  líder do partido, Pedro Santa Lopes,  que conduzia o carro, foi helitransportado para o Centro Hospitalar e Universitário, depois de ser desencarcerado pelos bombeiros e continua no hospital” uma vez que, segundo Paulo Sande, “está mais dorido”.

À saída do hospital, o candidato a eurodeputado disse aos jornalistas, que os exames feitos a ambos”despistaram tudo o possível e, aparentemente, está tudo bem”, notando que “no final disto tudo, não passou de um grande susto”.

Questionado sobre o que terá provocado o acidente, admitiu que possa “ter sido fadiga”, uma vez que “esta campanha tem sido muito, muito, muito, cansativa”.

Aos jornalistas, Paulo Sande disse que agora vai, provavelmente, “descansar algum tempo”, mas que quer “voltar à estrada rapidamente”.

Atualidade

Parlamento aprova projetos de resolução para reflorestação do Pinhal de Leiria

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Pinhal Pinheiro

A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira projetos de resolução de BE, PEV, PSD e PCP e uma petição, por unanimidade, sobre a implementação de medidas para a reflorestação e gestão das matas litorais ardidas em 2017.

O plenário do parlamento discutiu hoje a petição do movimento “O Pinhal é Nosso”, com mais de 6.500 assinaturas, que deu entrada em março de 2018 e exige que “todo o valor obtido com a venda” da madeira ardida do Pinhal de Leira seja alocado para o apoio aos lesados e para a recuperação daquela mata.

No início do debate parlamentar, o deputado do Bloco de Esquerda Ricardo Vicente defendeu a necessidade “de um compromisso político governativo” de acompanhamento e monitorização da valorização da Mata Nacional de Leiria e de outras matas litorais.

“O Bloco [de Esquerda] propõe a construção, num prazo de seis meses, de planos de requalificação e reflorestação das matas [nacionais]”, sublinhou, adiantando que o mais preocupante é “a inexistência de um plano global e a ausência de compromisso a curto, médio e ao longo prazo”.

Já a deputada do Partido Ecologista ‘Os Verdes’ Mariana Silva assinalou que “falta muito por fazer”, apesar dos esforços do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Por seu turno, Margarida Balseiro Lopes, do PSD, lamentou que o Pinhal de Leira ainda se encontre “como o fogo o deixou” após os incêndios de 2017.

“Dois anos depois, o Pinhal de Leiria está como o fogo o deixou. […] os sinais de abandono do pinhal são visíveis”, frisou a deputada social-democrata.

João Dias, do PCP, apontou para a carência de recursos no Pinhal de Leiria, acrescentando que deve haver articulação entre o Estado, as autarquias e as populações.

O deputado socialista João Paulo Pedrosa lembrou a criação do Observatório do Pinhal de Leiria e de uma comissão científica.

“Foi aberto um concurso para 35 vagas de assistentes operacionais, está em curso a contratação de 100 técnicos superiores florestais […]”, disse o deputado, adiantando que foi feito um reforço de meios humanos.

Cristina Rodrigues, do PAN, lembrou a necessidade de atualização dos planos de reflorestação.

“[O plano de gestão] foi revisto em 2019, mas encontra-se desatualizado com base na atual floresta”, frisou.

Por sua vez, a deputada centrista Cecília Meireles acusou o Governo de não cumprir as recomendações previamente aprovadas, o que considerou “incompreensível”.

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