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Acidente: Paulo Sande já teve alta. Santana Lopes continua hospitalizado

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O cabeça de lista da Aliança às eleições europeias, Paulo Sande, já teve alta dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde deu entrada ontem à tarde na sequência de um acidente acidente de viação, na autoestrada 1 (A1), quando seguia em direção a Cascais.

Quanto ao  líder do partido, Pedro Santa Lopes,  que conduzia o carro, foi helitransportado para o Centro Hospitalar e Universitário, depois de ser desencarcerado pelos bombeiros e continua no hospital” uma vez que, segundo Paulo Sande, “está mais dorido”.

À saída do hospital, o candidato a eurodeputado disse aos jornalistas, que os exames feitos a ambos”despistaram tudo o possível e, aparentemente, está tudo bem”, notando que “no final disto tudo, não passou de um grande susto”.

Questionado sobre o que terá provocado o acidente, admitiu que possa “ter sido fadiga”, uma vez que “esta campanha tem sido muito, muito, muito, cansativa”.

Aos jornalistas, Paulo Sande disse que agora vai, provavelmente, “descansar algum tempo”, mas que quer “voltar à estrada rapidamente”.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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