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Acidente na A1 junto a Alverca está a condicionar o trânsito

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Um acidente que envolveu esta manhã um veículo pesado e um ligeiro estava às 09:15 a condicionar o trânsito na A1, quilómetro 14, sentido sul-norte, disse à Lusa fonte da Brisa, concessionária da autoestrada.

A mesma fonte referiu, às 09:15, que o pesado tombou e que as três vias de circulação (sentido sul-norte) junto a Alverca foram cortadas. O acidente ocorreu pelas 08:30 e às 09:15 ainda estavam no local 18 elementos de socorro.

Entretanto, fonte da GNR disse à Lusa que o pesado que se encontra tombado na faixa de rodagem transportava vidro. Um das alternativas para evitar o condicionamento da circulação rodoviária é a utilização da saída de Alverca.

 

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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