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Acesso aos Passadiços do Paiva vai custar o dobro

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Foto: Facebook Passadiços do Paiva .PT

O Município de Arouca aprovou o novo tarifário dos Passadiços do Paiva, que vão passar a custar o dobro no próximo dia 1 de junho para “aproximar a receita dos efetivos custos de operação” dessa estrutura turística.

Comprado na plataforma online, o bilhete individual passará assim de 1 para 2 euros e, se adquirido presencialmente no dia da visita, subirá de 2 para 4 euros. As crianças continuam a ter entrada livre, mas agora só quando menores de 10 anos.

A medida aplica-se apenas à época alta, no período entre 1 de abril e 30 de outubro, e a presidente da Câmara Municipal, Margarida Belém, atribui-a à necessidade de “atenuar a diferença entre a receita dos passadiços e aqueles que são os seus efetivos custos de operação”.

A lotação do percurso linear de oito quilómetros entre a Praia do Areinho e o lugar da Espiunca, sempre ao longo das escarpas do Paiva e através de áreas antes inacessíveis à circulação pedestre, continuará, em todo o caso, a ser de 2.000 pessoas por dia.

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Cientistas explicam por que trabalhar à noite faz mal aos intestinos

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As pessoas que trabalham à noite têm mais probabilidades de desenvolver inflamações intestinais, porque há células que contribuem para a saúde intestinal que deixam de receber informações vitais do cérebro.

Os resultados da investigação foram hoje publicados na revista científica Nature. Feito pela equipa de Henrique Veiga-Fernandes, no Centro Champalimaud, em Lisboa, o estudo explica o que leva as pessoas que têm horários desregrados, como trabalhadores noturnos, a ter mais tendência para inflamações intestinais ou obesidade.

A relação entre esses problemas e os horários noturnos era conhecida e já se tem procurado relacionar os processos fisiológicos com a atividade do relógio circadiano do cérebro. Mas foi a equipa do investigador principal Veiga-Fernandes que descobriu que a função de um certo grupo de células imunitárias, conhecidas por contribuírem de forma muito significativa para a saúde intestinal, se encontra sob o controlo direto do relógio circadiano do cérebro.

Veiga-Fernandes, citado num comunicado da Fundação Champalimaud, explica que quase todas as células do corpo possuem uma maquinaria genética interna que acompanha o ritmo circadiano através da expressão dos chamados “genes relógio”, que indicam a hora do dia às células.

Esses pequenos relógios são sincronizados pelo grande relógio do cérebro (por exemplo informação sobre o dia e a noite).

A equipa descobriu que as chamadas “células linfóides inatas de tipo 3” (ILC3), que no intestino lutam por exemplo contra as infeções, são particularmente sensíveis às perturbações dos seus genes relógio.

“Quando os cientistas analisaram a forma como a perturbação do relógio circadiano cerebral influía sobre a expressão de diversos genes das ILC3, descobriram que desencadeava um problema muito específico: o “código postal” molecular destas células desaparecia!”, explica-se no comunicado.

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