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Acesso à praia é livre, vermelho não é proibição de entrar diz ministro do Ambiente

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No briefing do Conselho de Ministros de hoje, o ministro do Ambiente e da Ação Climática,  foi questionado sobre as regras do acesso às praias devido à pandemia de covid-19 na época balnear.

“O acesso à praia é livre, o vermelho não significa nenhuma proibição de entrar na praia, significa que de facto as pessoas não devem ir para essa praia quando o sinal vermelho lhes é mostrado, mas não é uma nenhuma proibição. O acesso à praia é livre”, assegurou Matos Fernandes.

O que ficará claro no decreto-lei que ainda não foi publicado, de acordo com o ministro  é que “no caso de haver um incumprimento reiterado”, ou seja, “um, dois, três dias seguidos” em que a lotação da própria praia é ultrapassada, “por razões apenas de saúde pública, essa praia poderá ser encerrada”.

“Quero acreditar que não vamos ter nenhum caso desses durante o próximo verão em Portugal”, afirmou.

O ministro insistiu, por diversas vezes, que “o acesso à praia é livre”, mas “tem de ser feito com segurança.

“O risco de contágio numa praia é igual ao de qualquer outro local no espaço público. Não há nenhum risco acrescido”, apontou.

Portugal, segundo Matos Fernandes, “deve ser dos poucos países do mundo em que todas as praias são públicas” e “não existem praias privadas em Portugal”.

“E assim será e assim se manterá, sendo que temos que agir com toda a segurança para inibir o contágio”, avisou.

 

Lusa

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Já pode ir ao cinema a partir de segunda-feira

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Ao fim de mais de dois meses, os teatros e as salas de espetáculo e de cinema poderão reabrir com “lugares marcados, todas as filas ocupadas” e “um lugar de intervalo entre os espectadores, exceto se forem coabitantes”, disse hoje a ministra da Cultura à agência Lusa.

O uso de máscara  vai ser obrigatório para o público e tem de haver “higienização dos espaços entre espetáculos ou sessões”.

No caso dos teatros, terá de ser garantida “uma distância de dois metros entre a boca de cena e a primeira fila” e “os corpos artísticos e equipas técnicas não têm de usar Equipamento de Proteção Individual [EPI] em palco, mas sim à entrada e saída de palco”.

As regras mudam em relação aos eventos culturais ao ar livre. Nesse caso, “não é obrigatório o uso de máscara” pelo público.

O espaço onde decorrer o evento, como uma praça ou um parque, “tem de ter delimitações”, assim como têm de ser “assinalados os locais onde as pessoas devem estar (podem ser marcações no chão, bancos, cadeiras)” e tem de haver “1,5 metros de distância entre as pessoas”, ou grupos de coabitantes.

A reabertura de salas de espetáculos, teatros e cinemas, bem como a retoma de eventos culturais ao ar livre está prevista na terceira fase do “Plano de Desconfinamento” do Governo.

As regras gerais de reabertura, que pode acontecer a partir de segunda-feira, foram definidas pelo Ministério da Cultura “em diálogo com a Direção-Geral de Saúde”.

Lusa

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