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Abortos ao nível mais baixo desde a legalização

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O número de interrupções voluntárias da gravidez ficou, em 2017, ao nível mais baixo desde que esta prática foi legalizada em Portugal: foram registados 15 492 abortos, uma descida de 3% em relação ao ano anterior, sobretudo em mulheres com idades entre os 15 e os 19 anos.

Segundo números do Eurostat, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia, revelados hoje pelo Jornal de Notícias, houve menos 1438 abortos entre as mulheres mais novas, sendo que 45% das IVG foram feitas por mulheres entre os 20 e os 29 anos. A maior subida aconteceu nas mulheres mais velhas, entre os 45 e os 49 anos, com mais 146% de abortos registados.

Outro dado adiantado pelo jornal é que 56% das interrupções da gravidez são feitas por mulheres que já tinham sido mães e que tinham mais de 30 anos na altura da intervenção.

A IVG foi legalizada em Portugal depois de um referendo realizado em fevereiro de 2007, com 59,3% a responderem “sim” à pergunta que era feita no boletim de voto: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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