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A1 a A25 cortadas devido a fogo em Albergaria-a-Velha

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A Autoestrada do Norte (A1) e a A25 (Beiras Litoral e Alta) estavam às 07:30 de hoje cortadas devido a um incêndio no concelho de Albergaria-a-Velha, Aveiro, que mobiliza 227 operacionais.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Aveiro, estão cortadas a A1 (Albergaria – Aveiro Sul), a A25 (no nó de Angeja Carvoeiro) e Estrada Nacional 16.2 junto às localidades de Afilhó e Alquerubim.

“O incêndio ainda não está dominado. Durante a noite foi preciso proteger algumas habitações. Este incêndio atravessou o perímetro urbano”, disse, acrescentando que o vento forte está a dificultar o combate.

Também no distrito de Aveiro, no concelho de Águeda continuava às 07:30 por dominar o fogo que começou às 16:28 de quinta-feira em Veiga, na freguesia de Valongo do Vouga.

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Cientistas explicam por que trabalhar à noite faz mal aos intestinos

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As pessoas que trabalham à noite têm mais probabilidades de desenvolver inflamações intestinais, porque há células que contribuem para a saúde intestinal que deixam de receber informações vitais do cérebro.

Os resultados da investigação foram hoje publicados na revista científica Nature. Feito pela equipa de Henrique Veiga-Fernandes, no Centro Champalimaud, em Lisboa, o estudo explica o que leva as pessoas que têm horários desregrados, como trabalhadores noturnos, a ter mais tendência para inflamações intestinais ou obesidade.

A relação entre esses problemas e os horários noturnos era conhecida e já se tem procurado relacionar os processos fisiológicos com a atividade do relógio circadiano do cérebro. Mas foi a equipa do investigador principal Veiga-Fernandes que descobriu que a função de um certo grupo de células imunitárias, conhecidas por contribuírem de forma muito significativa para a saúde intestinal, se encontra sob o controlo direto do relógio circadiano do cérebro.

Veiga-Fernandes, citado num comunicado da Fundação Champalimaud, explica que quase todas as células do corpo possuem uma maquinaria genética interna que acompanha o ritmo circadiano através da expressão dos chamados “genes relógio”, que indicam a hora do dia às células.

Esses pequenos relógios são sincronizados pelo grande relógio do cérebro (por exemplo informação sobre o dia e a noite).

A equipa descobriu que as chamadas “células linfóides inatas de tipo 3” (ILC3), que no intestino lutam por exemplo contra as infeções, são particularmente sensíveis às perturbações dos seus genes relógio.

“Quando os cientistas analisaram a forma como a perturbação do relógio circadiano cerebral influía sobre a expressão de diversos genes das ILC3, descobriram que desencadeava um problema muito específico: o “código postal” molecular destas células desaparecia!”, explica-se no comunicado.

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