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A queda do pináculo de Notre-Dame

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Um violento incêndio consumiu esta segunda-feira a catedral de Notre-Dame em Paris, França. O pináculo emblemático do monumento caiu em consequência do incêndio.

O teto “colapsou totalmente”, poucos minutos após o pináculo. O incêndio atingiu a torre mais alta da catedral que é um dos monumentos históricos mais visitados da Europa.

De acordo com os bombeiros da capital francesa, a causa do incêndio poderá estar nos trabalhos de reabilitação do edifício.

No Twitter Laurent Nunez, secretário de Estado do Interior francês, indicou que a “estrutura da catedral está salva na sua integridade”. A estrutura do monumento é de pedra, sendo que o resto acabou por colapsar.

A catedral, que remonta ao século XII e é famosa pelo romance clássico de Victor Hugo, O Corcunda de Notre-Dame, atrai milhões de turistas todos os anos. O monumento estava a ser sujeito a obras, com algumas seções com andaimes. As estátuas de bronze foram removidas na semana passada para obras.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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