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A “Praia Fluvial do Ano” fica em Macedo de Cavaleiros

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Foto: Facebook Geopark Terras de Cavaleiros

Uma das praias da albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, foi eleita “Praia Fluvial do Ano”, divulgou o município do distrito de Bragança.

A Praia da Fraga da Pegada foi agora distinguida numa votação dos portugueses promovida pela revista Guia das Praias Fluviais e que incidiu sobre todas as praias fluviais de norte a sul do país classificadas pela APA – Agência Portuguesa do Ambiente e uma seleção das melhores zonas balneares não classificadas de Portugal.

Para o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Rodrigues, “é sintomático que, ano após ano, as praias do Azibo sejam distinguidas por entidades tão idóneas como a Agência Portuguesa do Ambiente, a Fundação para a Educação Ambiental (Bandeira Azul) e a Quercus ou através da votação do público, como sucedeu agora com a votação das Praias Fluviais ou com o Prémio Cinco Estrelas Regiões”.

A distinção “Praia Fluvial do Ano” ocorre pouco depois de outro reconhecimento, da associação ambientalista Quercus, que atribuiu a categoria “Qualidade de Ouro” às praias da Fraga da Pegada e da Ribeira.

A Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo integra a Rede Natura 2000 com “uma mescla de flora mediterrânica e atlântica” em que sobressaem variedades como o carvalho, castanheiro, oliveira, Cinha, lameiros e vegetação mais rasteira e rara “em que se destaca dezena e meia de espécies de orquídeas espontâneas”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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