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A “Praia Fluvial do Ano” fica em Macedo de Cavaleiros

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Foto: Facebook Geopark Terras de Cavaleiros

Uma das praias da albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, foi eleita “Praia Fluvial do Ano”, divulgou o município do distrito de Bragança.

A Praia da Fraga da Pegada foi agora distinguida numa votação dos portugueses promovida pela revista Guia das Praias Fluviais e que incidiu sobre todas as praias fluviais de norte a sul do país classificadas pela APA – Agência Portuguesa do Ambiente e uma seleção das melhores zonas balneares não classificadas de Portugal.

Para o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Rodrigues, “é sintomático que, ano após ano, as praias do Azibo sejam distinguidas por entidades tão idóneas como a Agência Portuguesa do Ambiente, a Fundação para a Educação Ambiental (Bandeira Azul) e a Quercus ou através da votação do público, como sucedeu agora com a votação das Praias Fluviais ou com o Prémio Cinco Estrelas Regiões”.

A distinção “Praia Fluvial do Ano” ocorre pouco depois de outro reconhecimento, da associação ambientalista Quercus, que atribuiu a categoria “Qualidade de Ouro” às praias da Fraga da Pegada e da Ribeira.

A Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo integra a Rede Natura 2000 com “uma mescla de flora mediterrânica e atlântica” em que sobressaem variedades como o carvalho, castanheiro, oliveira, Cinha, lameiros e vegetação mais rasteira e rara “em que se destaca dezena e meia de espécies de orquídeas espontâneas”.

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Produção de azeite pode parar no Alentejo por falta de capacidade para armazenar bagaço

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A apanha de azeitona e a produção de azeite correm o risco de parar e o setor olivícola pode colapsar no Alentejo por falta de capacidade das fábricas da região para armazenar bagaço proveniente dos lagares.

“Esta semana provavelmente, o mais tardar na semana que vem, vai haver um colapso no setor”, porque a apanha de azeitona e a produção de azeite “vão ter que parar”, já que “não há espaço para colocar o bagaço de azeitona produzido pelos lagares” do Alentejo, disse hoje à agência Lusa Aníbal Martins, vogal do conselho de administração da CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal.

Segundo o responsável, as três unidades do Alentejo que transformam bagaço de azeitona proveniente dos lagares da região “têm praticamente esgotada a sua capacidade estática de armazenamento” daquele subproduto resultante da produção de azeite.

Devido ao aumento da produção de azeitona e às condições climatéricas (falta de chuva) “favoráveis à apanha rápida de azeitona”, tem chegado azeitona “em maiores quantidades e mais rapidamente aos lagares” e “um volume inusitado” de bagaço de azeitona para ser transformado nas três unidades, explicou.

Apesar de trabalharem 24 horas por dia durante 11 meses, as três unidades, duas no concelho de Ferreira do Alentejo e uma no concelho de Alvito, têm os tanques de armazenagem “praticamente cheios e a atingir a rutura” e “não havendo onde por o bagaço terá forçosamente de parar a apanha de azeitona e a produção de azeite”, disse.

Aníbal Martins, que também é presidente da FENAZEITES – Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores e gerente da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (UCASUL), a dona da unidade de Alvito, alertou que a paralisação do setor, a verificar-se, “poderá provocar prejuízos incalculáveis aos agricultores e às empresas ligadas ao setor”.

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