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17 detenções na Operação Hells Angels

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Dezassete pessoas foram detidas esta terça-feira nas buscas da Polícia Judiciária em Lisboa e vários pontos do país no âmbito do processo que envolve ‘motards’ do grupo Hells Angels.

Em março do ano passado, cerca de 20 ‘motards’ do grupo Hells Angels invadiram um restaurante no Prior Velho, concelho de Loures, Lisboa, para atacar o grupo ‘Red&Gold’, criado por Mário Machado. Os dois grupos rivais entraram em confrontos dentro do estabelecimento comercial, com facas, paus, barras de ferro e outros objetos.

Este episódio de violência levou a Polícia Judiciária a desencadear uma operação a nível nacional e a deter, em julho do ano passado, os primeiros 58 elementos do grupo de motociclistas Hells Angels em Portugal (a que se somou um outro na Alemanha).

Em março deste ano, o Tribunal da Relação de Lisboa manteve em prisão preventiva mais seis elementos do grupo de motociclistas Hells Angels, depois de em fevereiro ter decidido manter a medida de coação mais gravosa a 23 dos outros arguidos.

Com esta decisão do Tribunal da Relação de Lisboa permanecem em prisão preventiva 38 dos 68 arguidos (um deles detido na Alemanha).

Os suspeitos estão indiciados, na sua generalidade, da prática dos crimes de associação criminosa, homicídio qualificado na forma tentada, roubo, ofensas à integridade física graves, ofensas à integridade física qualificadas, detenção de armas proibidas e tráfico de droga.

Atualidade

Taxas moderadoras em centros de saúde acabam em 2020

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O parlamento aprovou esta sexta-feira um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.

O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.

No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

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