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1.2.3… Vou Nascer outra vez!


No artigo do mês de janeiro e atendendo às características da mais recente quadra festiva, lanço o convite à reflexão… ano novo, vida nova? Ou não?

Chegou a altura do ano, o dia, o momento, pelo qual tantos esperam… o dia em que é possível começar de novo! Traçam-se objetivos, fazem-se novos planos e inicia-se um novo ano que traz tanto de incógnito como de mágico… uma nova oportunidade de, “agora sim”, sermos aquilo que sempre dissemos um dia vir a ser!

Falamos das famosas e sábias resoluções de ano novo! Com certezas vãs, determinamos aquilo que vai ser diferente e onde queremos chegar. Definir estas metas é para nós organizador, na medida em que permite criar balizas temporais, traçar planos de ação e começar a caminhar no sentido esperado.

As resoluções de ano novo devem, contudo, ser cautelosas… facilmente nos perdemos nas exigências de um ideal que nem sempre conseguimos cumprir ou atingir! Importa seguir alguns pontos na busca dos objetivos. Os mesmos devem ser SMART: específicos, mensuráveis (ou definidos de forma a poderem ser medidos), atingíveis, realistas e definidos no tempo. Afinal, Roma e Pavia não se fizeram num dia… o importante é estarmos orientados para o que realmente importa fazer, de acordo com pequenas metas e evitando desperdício de tempo e energia.

Quando nos propomos desafios um tanto ou quanto desmedidos e desprovidos de critério, rapidamente observamos a tendência natural para voltar à etapa anterior… quando o objetivo era ainda a promessa de uma mudança de ano novo! A dificuldade em obter as pequenas gratificações que nos chegam sempre que atingimos um pequeno objetivo leva à frustração e ao sentimento de incapacidade e fracasso. Afinal, ano novo vida nova…, mas sempre com uma pitada de bom sendo a temperar!

 


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Carolina Costa - Psicóloga Clínica
Clínica Psiquiátrica José Carvalhinho (Leiria)
Email: carolinacosta.psicologa@gmail.com